Janeiro Roxo: Vigilância Epidemiológica realiza evento sobre a conscientização da Hanseníase

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Pensando sempre na saúde e qualidade de vida da população, a Vigilância Epidemiológica de Jales, em parceria com o SAE/CTA (Serviço de Assistência Especializada e Centro de Testagem e Aconselhamento) e a Secretaria Municipal de Saúde de Jales, realizou no dia 25 de janeiro o Encontro em Comemoração ao Janeiro Roxo, evento voltado para a conscientização sobre a Hanseníase.

O encontro aconteceu no Centro Universitário de Jales – Unijales e contou com a presença do médico especialista em dermatologia e hansenologia Dr. Eder de Lima Machado. O profissional abordou o tema janeiro roxo, falando sobre a importância do diagnostico precoce, as sequelas da doença durante e após o tratamento, os períodos reacionais e o uso dos medicamentos. O médico também esclareceu as dúvidas das pessoas presentes.

Cerca de 40 pessoas participaram do evento, entre eles profissionais da saúde e pacientes de Jales e região que estão envolvidos no diagnóstico e tratamento da doença. Eles tiveram a oportunidade de expor suas experiências e dar testemunhos.

O encontro faz parte do Projeto “Grupo de Auto Cuidado em Hanseníase”, realizado na cidade há mais de dois anos, por meio de quatro encontros com periodicidade de um a cada trimestre. O objetivo do grupo é reunir pacientes que já passaram pelo tratamento e também os que estão em tratamento da Hanseníase.

No final foram distribuídos kits com preservativos femininos e masculinos, lubrificantes e panfletos informativos sobre IST/AIDS. Os pacientes de hanseníase também receberam soro fisiológico, seringas e óleos de girassol.

 

JANEIRO ROXO

Em 2016 foi lançada a campanha “Janeiro Roxo”. Trata-se da conscientização anual da Hanseníase, realizada durante o mês de janeiro. Simbolizada pela cor roxa, buscando doentes ativos e informando melhor a população com medidas de tratamento e alertas aos sinais da doença. As campanhas de conscientização têm por objetivo ampliar a identificação de novos casos com atividades e ações educativas para comunidade. Atualmente o Brasil ainda é um país endêmico para a Hanseníase e está em segundo lugar do mundo em números de casos novos notificados, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

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